sexta-feira, 5 de outubro de 2007

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Be Kind Rewind

Imagine ser dono de um Clube de Video e de um momento para o outro todos os filmes ficam completamente estragados! Qual é a única solução? Começar a fazer os seus próprios filmes! "Be Kind Rewind", uma comédia com Mos Def e Jack Black. Estreia em 2008.


Um Olhar Sobre o Futuro

Vamos agora dar uma olhadela pelos filmes que em breve vão estar nas salas de cinema. Uns mais cedo que outros, estas vão ser com certeza as grandes apostas que nos vão fazer comprar bilhetes, logo assim que sejam lançados.

Primeiro, o regresso de Indiana Jones. O quarto filme vai ser realizado pelo já habitual StevenSpielberg e marca o regresso de Harrison Ford a uma das suas personagens mais conhecidas. O título do filme em principio será "Indiana Jones e a Cidade dos Deuses". Harrison Ford está neste momento a dedicar-se inteiramente a esta produção, poucas semanas depois das filmagens de "Crossing Over", um filme de Wayne Kramer que ainda estreia este ano. Quanto ao Indiana Jones, só em 2008...

Spielberg está de agenda cheia e até 2009. Irá realizar o filme "Lincoln" e "
Interstellar", juntado as suas produções executivas em "When Worlds Collide", "Jurassic Park IV", "Eagle Eye" e "Tranformers 2".

Lá para 2009 também vamos ver o regresso de "
Terminator", o quarto filme que ainda está no segredo dos Deuses....
A aclamada comédia "Ace Ventura" também vai voltar, mas Jim Carrey não está com muita vontade de entrar em acção, tem a agenda cheia para filmes como "Horton Hears a Who" onde contracena vocalmente com Steve Carrel e "Yes, Man", um homem que vai dizer que sim... a tudo!


Brendan
Fraser e Jet Li vão ser os cabeças de cartaz do terceiro filme da Múmia, com o título - "The Mummy: Tomb of the Dragon Emperor", que estreia no Verão de 2008.

A
Disney vai levar para o ecrã e com personagens de carne e osso o tão conhecido "Prince ofPersia: The Sands od Time" que nos vai encher de nostalgia... daqui a 2 anos...

E finalmente "Hellboy 2" de Guillermo del Toro que vai trazer o grotesco ao cinema já no próximo ano.

A não esquecer também as estreias de "
The Incredible Hulk" com Edward Norton, o segundo filme do "novo" Batman em "The Dark Night", a adaptação para filme real de "Iron Man", todos este em 2008, juntando "Superman: Man of Steel" em 2009.
Para os próximos meses não perder "Hitman", "Beowulf", "Monstrous", "August Rush" e "Across the Universe". Uh... com tantos filmes, só não vai ao cinema quem não quer... :-)

Aliens vs Predator Requiem

Depois de ter sido adiado por várias vezes, vai ser no próximo Natal que Aliens vs Predator: Requiem vai chegar aos cinemas. Vejam o trailer...

Foi assim em South Park


Há filmes que nos chamam ao cinema, num processo criativo/marketing que vai desde os posters aos trailers. Outros porque a história nos agrada e outros ainda porque está lá aquele actor ou actriz, o realizador do nosso filme preferido ou uma adaptação de um livro que já esperávamos há muito tempo. Mas muitos filmes que assistimos no cinema, desiludem-nos completamente. Depois existem tabus bem marcados sobre o tipo de filme que se deve ou não ver, desde filmes "frachisados" como o "Mission Impossible" a filmes sobre assuntos de apetência sexual ou outros tantos alternativos. Pois foi uma adaptação para o cinema de uma das mais famosas séries de sempre que me fez escrever esta análise. Um filme que, de uma maneira ou outra, faz concentrar na sua hora e meia todos os assuntos que vim a falar, todos os tabus do nosso dia-a-dia: "South Park: Bigger, Longerand Uncut". Este filme possui a destreza e o descaramento de espancar brutalmente esses tabus. E apresenta severas críticas aos EUA, desde a área politica à área social. Por exemplo, assistimos a uma América que inicia guerras sem fundamento, onde apenas a liberdade de expressão consegue destruir o pior dos inimigos (Cartman no final, consegue atacar o Hussein, dizendo uma imensa quantidade de palavrões). Por outro lado, a banda sonora e as música são brilhantes, mas... cheias de palavrões. A SadamAMPAS, a academia dos Oscars, nomeou a música "Blame Canada" para melhor canção original, tornando-se num marco real entre a relação dos EUA e do Canadá. No filme, "Blame Canada" é interpretado por Mary Kay Bergman, que, devido a uma depressão, acaba-se por cometer o suicídio, meses antes da cerimonia dos Oscars. Era necessário encontrar alguém para encarnar a personagem e cantar a música em frente de milhões de pessoas, e quem melhor que Robin Williams para o fazer. O problema é que a música tinha o palavrão "fuck" e teve de ser abafado por Robin enquanto cantava...

South Park é um filme brilhante, e poucos dizem o contrário. É um reflexo dos dias de hoje que ninguém pode negar. É um filme à margem dos outros, pela rasca animação (criada em CorelDraw e Maya!!!) e pela intensidade das cenas ridículas mas cheias de simbolismo. Se ainda não viu este filme, não vai ser fácil encontra-lo numa loja em Portugal. Foi lançado em VHS e mais recentemente em DVD, mas mesmo esse em Portugal já é escasso. Espanha é uma boa opção, e a versão espanhola trás legendas em português (do Brasil).

Pontuação: 18/20


Os Simpsons

Os Simpsons estão de volta mas desta vez no grande ecrã! Para quem ainda não viu o filme, ou para quem quer recordar a música dos créditos finais, fica aqui a música "Spider Pig", uma música dedicada às figuras ridículas de Homer Simpson com o seu amigo porco... Não perca este filme!

Pontuação: 16/20

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quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Critica a The Last Mimzy




"The Last Mimzy" conta a história de dois irmãos, Noah e Emma, que, durante as férias da Páscoa, encontram numa praia perto de Seattle uma caixa com conjunto de estranhos objectos, cristais fluorescentes e um coelho de peluche. Mas estes objectos possuem um significado como ninguém poderia imaginar: encriptados neles, estão "mandalas", desenhos tibetanos que escondem a chave para o futuro.

A mente destas duas crianças vai evoluir em poucos dias, tornando-os extremamente inteligentes, capazes de descodificar enigmas da natureza e até comunicarem-se por telepatia. Segundo Emma, é o peluche, Mimzy, que está a ensinar-lhes todas estas habilidades. Mas Mimzy não veio de propósito para ensinar estas crianças. Veio procurar ajuda! O futuro da Humnidade vai estar nas mãos destas duas crianças, mas o FBI vai estar no caminho...

"The Last Mimzy" é baseado na obra de Lewis Padgett e a adaptação para filme não correu nada mal. Desenganem-se aqueles que pensam que este filme é mais um filmes mágico para crianças, do género "A Ama Mágica". Este está construído de uma forma muito simples para um filme de ficção cientifica, que faz com que se torne agradável, oferecendo bons momentos de cinema a toda a família.

É realizado por Robert Shaye, produtor executivo de filmes como a trilogia d' "O Senhor dos Anéis", "Hairspray" e conta com interpretações de Timothy Hutton, do fantástico Michael Clarke Duncan que este nomeado para os Oscars por "À Espera de um Milagre" e dos dois irmãos do filme: Chris O'Neil e Rhiannon Leigh Wryn.

Não é um dos melhores filmes de sempre, mas também não desilude quem ao cinema o vai ver...

Pontuação 15/20
Trailer:


quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Asterix Nos Jogos Olimpicos

Depois de "Asterix e Obelix - Missão Cleopatra", os dois gauleses da banda desenhada estão de volta para mais uma comédia de chegar às lágrimas! Desta vez vão aos jogos olimpicos!

Mas isso vai ser só no dia 30 de Janeiro de 2008... por enquanto... vejam o trailer!


terça-feira, 28 de agosto de 2007

Hitman - O Filme


Hitman esteia em Outubro, mas já está disponivél na net um trailer deste filme que promete ser fantástico!

Critica a License to Wed

“Licença Para Casar” é uma nova comédia romântica que faz regressar Robin Williams às salas de cinema. O argumento fala-nos sobre um casal, Ben Murphy e Sadie Jones, que decidem dar o nó, alguns meses depois de se terem acidentalmente conhecido. Mas para preparar o casamento e incutir a razão de ser do matrimónio, iniciam um curso intensivo sobre a vida em casal, dirigido pelo Padre Frank (Robin). Mas este padre vai ser uma verdadeira dor de cabeça para o jovem casal e vai pô-los à prova em todos os sentidos!

Para mim Robin Williams é dos melhores actores americanos de sempre. E seguindo a sua extensa vida cinematográfica, a experiência deste homem enquanto actor deveria, por vezes, soar mais alto: “Licença Para Casar” é um tremendo desastre… o argumento restringe-se ao meu primeiro parágrafo, apesar de possuir alguns pontos de interesse, que nos fazem permanecer, sem ficarmos aborrecidos, até ao final do filme. A comédia é fraca e sem originalidade. A banda sonora limita-se à marcha nupcial que inicia o filme (como é possível eu não me lembrar de ouvir mais nenhuma música?). Pouco se salva desta comédia romântica…

Ainda este ano teremos Robin Williams de volta ao cinema, mas com um registo um pouco diferente (mas para isso não era preciso muito). August Rush é o nome do filme que, pelo que consegui apreciar no trailer, vai ser um filme que vai dar que falar, senão vejam:


No próximo ano Robin junta-se a Travolta para a comédia Old Dogs e também em 2008 The Krazees vai estrear como uma mais comédia louca do nosso actor do Clube dos Poetas Mortos.

Para descontraírem deiam um salto ao cinema e vaiam ver Licença Para Casar. Mas não levem muitas expectativas…

Pontuação: 9/20

Nomeados para os Emmys

No próximo dia 16 de Setembro vai ser realizada a entrega dos Emmy. Clique aqui para conhecer os nomeados.

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Critica a Ratatouille



Desta vez os estúdios da Disney/Pixar levam-nos ao encontro de Paris, numa história que, pelos mais variados motivos, inicia uma vaga de filmes que começam a direccionar as atenções para o público mais adulto.

Remy é um rato que mora debaixo da cidade de Paris (mas ele nem imagina) e que age de forma invulgar, comparada com os outros ratos: lava sempre as mãos antes das refeições, só gosta de comer “especialidades” e tem um faro apurado para as comidas. Só que para encontrar estas comidas “Premium” tem de entrar na cozinha das pessoas, roubar a comida e sair sem ser descoberto. Mas um dia o roubo não corre lá muito bem… e depois de um intenso tiroteio com uma velhota, Remy é despejado numa corrente de água que vai fazer com que ele se separe da sua família. A sua sorte é que, depois de vasculhar pelo cano esgoto, encontra um caminho pelas canalizações para um dos mais conhecidos restaurantes de Paris.

Lá encontra Linguini, um desajeitado jovem parisiense que iniciou o seu emprego no restaurante como “o moço do lixo”. E aqui começa uma aventura sem precedentes, com a originalidade que a Pixar nos habituou nos seus últimos filmes.

Não sei se já repararam, mas o marketing deste filme tem passado desapercebido, comparado com a explosão de bugigangas que foram lançadas, por exemplo, para “À Procura de Nemo”. “Ratatouille” é sem dúvida um filme que marca o início de uma nova era nas animações da Pixar. A história já não consegue prender as crianças até ao fim. Muitas dela vão acabar por adormecer ao longo do filme. A explicação é simples. “Ratatouille” é um filme dirigido para toda a família mas vamos dividir as coisas: a animação é para as crianças; a história para os adultos. Não me lembro de ver mais nenhum filme da Pixar que aborde temas como questões patrimoniais, heranças, advogados… Pois “Ratatouille” vai com certeza prender os mais velhos ao ecrã. A história é muito bem construída, apesar da simplicidade. Este é um dos trunfos deste filme!

Quando à animação pouco há a dizer. A Pixar melhora sempre de filme para filme. A olho nu poderemos dizer que “Monsters Inc.” e “Cars” foram filmes que requereram atenções especiais em relação a texturas, “pêlos”, “pó/poeira”, mas “Ratatouille” não deixa a desejar neste campo. A equipa de animação não desilude, mas também não evolui muito.

A banda sonora é o outro trunfo. Não me admiro se aquando das nomeações para os Oscars, o nome de Michael Guiacchino apareça entre os nomeados como responsável por uma das melhores bandas sonoras do ano. Este compositor tem muitos trabalhos realizados em televisão (série “Lost”) e em videojogos (Medal of Honor) e “Ratatouille” vai ser de certeza um ponto alto na sua carreira. Temos uma mistura de géneros musicais, com estruturas bem conseguidas e muito bem adaptadas para a imagem.

“Ratatouille” vai facilmente desaparecer dos ouvidos das pessoas, por um lado pela fraca condução de marketing e por outro pela intensidade da história que não vai fazer com que as crianças idolatrem Remy ou Linguini.

Mas para os mais velhos, ver este filme vai trazer o sabor daquela comida que as nossas avós faziam para o almoço quando tínhamos quatro anos. Isso é o “Ratatouille”. A comida das nossas casas é a melhor que há!


Pontuação: 17/20